É preciso entendermos que quando reforçamos, estamos dando força à algo. Então ao "reforçarmos o conteúdo" não consolidado, estamos repetindo algo que a criança não sabe.
Se a criança não aprendeu, é preciso encontrar OUTRA forma, novas estratégias para que ela aprenda. Contudo, faz-se necessário sabermos o "por quê", ela não aprendeu, pois se caso não tenha os preditores, não adianta variar estratégias.
Assim, cabe primeiramente uma investigação, que funcionará como indicador do que planejar para esta criança.
Por isso, é importante "NÃO FAZER REFORÇO" e sim investigar, sondar. Quando o professor de sala de aula observar que a criança não conseguiu aprender ou que parece bem atrasado no desempenho é importante o quanto antes comunicar aos pais. Estes, não devem perder tempo e procurar ajudar o ais rápido possível pois este faz muita diferença ao falarmos no desenvolvimento da infância.
Os pais até podem procurar um professor particular, mas antes disso, devem levar o caso para um terapeuta da aprendizagem, para saber o que realmente está acontecendo com o desenvolvimento de seu filho. Os especialistas da aprendizagem são os Psicopedagogos e Neuropsicopedagogos. Estes estão capacitados para tal avaliação e seus instrumentos, e de acordo com esta, orientar que tipo de atividades são indicadas para a criança avançar em seu desempenho escolar ou então, fazer encaminhamentos para outros profissionais, se for o caso.
É relevante lembrar que, muitas vezes, o desenvolvimento da criança está tão comprometido nas bases da aprendizagem que quem deve avaliar e intervir é o especialista e não professor particular.
Então, muito cuidado quando pedirem para seu filho fazer REFORÇO!

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